segunda-feira, 19 de março de 2012

Para Agripino Maia, eleições de outubro serão "grande teste ideológico"

Paulo Mannes informando o presidente nacional do DEM, Senador José Agripino Maia que em Itajaí as diferenças preferenciais entre uma e outra candidatura para prefeito estão se aproximando, e que falta muito pouco para o pré-candidato Luiz Carlos Pissetti começar a cair definitivamente na graça do povo da nossa cidade portuária.

Em SC, presidente nacional do DEM diz que campanha servirá para mostrar sentimento do eleitor em relação à sigla
O presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN), vê as eleições municipais de outubro como um "grande teste ideológico". Para ele, a campanha servirá para mostrar às lideranças que ficaram no partido – depois da debandada para o PSD — se a formulação programática do partido continua a ter adeptos ou não.
Agripino esteve em Santa Catarina para participar, na última sexta-feira, do Encontro Regional do DEM no Sul do Brasil. O evento contou também com a presença do presidente da Fundação Liberdade e Cidadania, José Carlos Aleluia.

Momento de reencontro e descontração entre o suplente de vereador Paulo Mannes e as lideranças nacionais do DEM no Seminário de pré-candidatos em Florianópolis. Relembrando o encontro que tiveram em Brasília, na ocasião o objetivo era reerguer o DEM catarinense logo pós a debandada das antigas lideranças para o PSD.

O encontro reuniu os pré-candidatos dos três estados para um ciclo de palestras de preparação para as eleições, principalmente nas áreas de marketing, jurídica e social. Segundo Agripino, a escolha de Santa Catarina para sediar o encontro foi estratégica, já que o Estado está localizado entre o Rio Grande do Sul e o Paraná, mas também foi levada em consideração a situação do partido no Estado.
O DEM catarinense foi um dos maiores atingidos com a migração de lideranças para o PSD. Perdeu um governador (Raimundo Colombo), dez deputados e cerca de 40 prefeitos. Senador fala em "ataque" aos quadros demistas

Paulo Mannes, Senador Agripino Maia, Deputado Ronaldo Caiado, dois jovens líderes de Santa Catarina e o Deputado José Carlos Aleluia.

— Santa Catarina é um estado onde o DEM sempre foi forte. É claro que houve um ataque aos nossos quadros, mas o eleitor não mudou. Basta ver que tínhamos 122 mil filiados e com a evasão da cúpula o eleitor não foi embora, continuamos com 117 mil filiados — contabiliza o senador.
Em termos nacionais, a projeção da caúpula partidária é crescer com relação às eleições municipais de 2008. De acordo com o presidente nacional, na última eleição, a sigla não elegeu nenhum prefeito de Capital, mas hoje considera ter pré-candidatos bem posicionados em Salvador (Bahia), Recife (Pernambuco), Aracaju (Sergipe), Fortaleza (Ceará) e Campo Grande (Mato Grosso do Sul).
Com relação à saída do governador Colombo, que deixou de ser demista em maio do ano passado, Agripino Maia diz que prefere não fazer "críticas", mas lança uma provocação ao afirmar que o Estado de Santa Catarina ainda "não ganhou nada" com a mudança do governador para um partido teoricamente mais próximo do governo federal.
O demista encarou a criação do PSD como um ato de "oportunismo" do prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e que muitas lideranças viram na iniciativa uma chance de aproximação com o governo Dilma e, com isso, de garantir "benesses".

Presidente nacional do DEM, Senador José Agripino Maia parabenizando o trabalho e a importância que o Suplente de Vereador Paulo Mannes teve na ação dos resistentes do DEM de Santa Catarina e na cidade de Itajaí.


DIÁRIO CATARINENSE
informações de Natália Viana | natalia.viana@diario.com.br

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