segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Saiu na coluna do JC, hoje no Diarinho!


Num foi ansim
O galego Paulo Mannes afirma que a identificação do novo PSD tem sido uma só, pelo menos em dois níveis – nacional: PSD do Kas­sab; Estadual: PSD do Raimundo Colombo e Bornhausen. Logo, em Itajaí seria natural denominar o PSD da Dalva e do Douglas. Tem ofensa nisso?, argumenta Mannes. Também diz que o PSD está nas­cendo de uma costela do DEM e fica difícil os demistas não falarem nessa operação.

Sem Destino
Outra polêmica foi o fato de Mannes (bocudo!), durante a se­mana, ter associado o PSD como um “partido Sem Destino”. Mannes conta que a coisa ficou mal explica­da. “Sou da época em que nossos pais nos ensinavam a respeitar e amar nossos professores. O Galego diz que anda triste com os fatos en­volvendo o PSD com nossos ama­dos mestres.

Tem que respeitar
Mannes debulha que é puro des­caso, o que ocorreu em São Paulo, Santa Catarina e em Itajaí, onde um dirigente tratou os mestres com desrespeito e marginalização. E é por isso que Mannes associou a si­gla a um partido sem destino. “Um povo sem educação é um povo sem destino”. Não tendo por objetivo avacalhar com os fundadores da sigla.

Arrumou pra cachola
Aliás, segundo as línguas afrou­xadas, o vereador Douglas Cristi­no, que é presidente local do PSD, arrumou pra cabeça ao falar pelaí que os professores são incompe­tentes porque não querem ou não aceitam colocar as notas do Ideb nas portas das escolas. Ideia apro­vada no ex-aquário peixeiro, de autoria da Maria Heidemann (PP).
Tem gente com saudades da loiru­da Susi Bellini (PP)...

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